
Saudações, caros leitores.
Pensem em liberdade... Sei que virá à cabeça de muitos a imagem de um carro conversível aberto em cima, você o dirigindo com os cabelos ao vento. Que irracional, ser humano. "Liberdade" é o que nós, brasileiros, vivemos hoje (diria comodismo).
A população, de modo geral, gosta de representantes/líderes marcantes. Esses oferecem segurança à população; no sentido de serem firmes em suas decisões (já que a maioria chegou ao poder através de um golpe militar) e possuem um forte exército à sua disposição. Hitler chegou à administração alemã basicamente na 2ª Guerra Mundial. O que a Alemanha precisava era de um governante forte, que soubesse dominar o povo e o exército. Bueno. Até aí tudo bem. O seu problema foi se focar no extermínio de "pessoas inocentes"; os judeus (matou 6 milhões deles), a fim de igualitar o mundo em uma mesma raça, a raça ariana (UTOPIA de Hitler). Curiosidade: seu ódio pelos judeus tem motivo (não que seja justificável); vai de durante o início de sua carreira trabalhista até quando tal povo não quis financiar a 2ª Guerra para Adolf.
Nos regimes militares, o povo de um país que vivia em democracia (mesmo que substancial) perde certa extensão de liberdade. Liberdade opinativa (protestos eram feitos, mas havia repressão) e vital. A ditadura é uma espécie de dogma; quase que inquestionável. Portanto, quando a população elege o representante e tem o direito de destituí-lo do poder (conceito estabelecido na Proclamação da República norte-americana), tem também o direito, se não o dever, de lutar em prol dos seus direitos.
“E onde começam os direitos humanos? Em lugares próximos a nossa casa – mas tão próximos e tão pequenos que não são vistos em nenhum mapa mundi. É o mundo do indivíduo; dos vizinhos com os quais convive; da escola ou da universidade onde estuda; da fábrica, do galpão ou do escritório onde trabalha. Estes são os lugares onde todo homem, mulher, velho ou criança, busca igual justiça, iguais oportunidades, igual dignidade, sem discriminação. E, a não ser que estes direitos tenham importância aí, não terão em nenhum outro lugar. Sem ação para defesa dos direitos próximos, buscar-los-emos em vão, em um mundo mais amplo”.
Eleanor Roosevelt.
Questionem, meus caros. Afinal, vocês tem o direito de fazê-lo.
See ya,
Clarice S.

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